Sidney Vida

7 de setembro

Setembro 7, 2009 · 2 Comentários

Não é novidade que vocês estão sempre no meu coração e nos meus pensamentos: a cada novo amigo que faço, apresento-os como tal e sinceramente, de modo que nunca desapareça minha certeza de que estão sempre comigo.

Do mesmo modo que frequentam meu coração, convido-os a fazerem o mesmo não propriamente comigo, mas na importantíssima data de hoje, 7 de setembro. Nela se deu nossa independência, que para um país significa tanto quanto significa a liberdade para cada um de nós.

Convido-os também a desenharem nos seus corações, assim como eu faço, a imagem do grande Santista e Brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva, sem o qual o Brasil não seria este que conhecemos. Devemos nos inspirar nas grandes virtudes deste grande estadista, que saiu de Santos e foi para o mundo. Ele participou da história não como um coadjuvante, mas como um ator principal. Ele, com a sua vontade poderosa, foi o motor da história. Como ele, temos de aproveitar as oportunidades que nos surgem para, juntos, participarmos da vida política de nossa cidade e, na continuação, da vida política do país. Por certo que isto nos exige e exigirá sacrifícios de preferências pessoais. Porém, é o que se espera daqueles que caminham no sentido de serem responsáveis pela administração e compartilhamento do bem comum.

Assim fazendo, contribuiremos para o bem da cidade e dos nossos familiares que tanto amamos. Que Deus conserve a cada um de nós em boa disposição de ânimo para, como aquele grande estadista, começarmos em Santos e em São Paulo o que haveremos de oferecer ao país, para o bem de todos.

Deste modo, e ao fim das minhas impressões, deixo apenas uma pergunta: que tal agirmos?

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Sobre julgar as pessoas

Agosto 1, 2009 · 1 Comentário

Não gosto de julgar as pessoas. A vida me ensinou que é um grande erro. Seria a última coisa que eu faria. Nenhum de nós é perfeito, e cada um é induzido pelos seus próprios DEMÔNIOS; afinal de contas, as pessoas tem os seus próprios DEMÔNIOS; e Deus sabe que tenho os meus. Só meus.

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Palavras lindas de se ouvir na vida…

Março 2, 2009 · 7 Comentários

Há palavras lindas de se ouvir na vida, tipo eu te adoro, te quero bem, me aperta com força, me beija, fica só um pouquinho mais.

Palavras bem colocadas, na hora certa, no momento certo, fazem mais bem à alma que muita declaração de amor. Tudo é uma questão de tato; e de transparência.

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Eclesiastes

Dezembro 2, 2008 · 4 Comentários

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” – diz o Eclesiastes. – “Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar; tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar; tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora; tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz”.

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Uma dura aparição

Julho 10, 2008 · 4 Comentários

Aos trinta, Napoleão já tinha conquistado o Egito. Alexandre havia conquistado o Oriente. Quanto a mim, sequer conseguira organizar meu exército.

Boa, Janer!

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Uma reflexão, um pensamento

Maio 22, 2008 · 3 Comentários

Romanos 12,21: “Não te deixes vencer pelo mal; vence antes o mal com o bem”.

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Diogo, O Terrível

Fevereiro 8, 2008 · 3 Comentários

Curioso. Irônico. Paradoxal. Clique aqui e entenda o que eu estou tentando dizer. Se você não clicar eu juro que quebro a sua cabeça.  

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O tempo nada muda

Janeiro 26, 2008 · 2 Comentários

 

Um é a biografia do maior brasileiro da história. Um homem maior que o país. O outro é romance sobre a sociedade americana com um personagem fictício.

Uma história se passa no Brasil Império. A outra, embora não seja datada, foi escrita para os Estados Unidos dos anos 50 do século passado.

Apesar da diferença de tempo, as duas trajetórias muito se parecem. São a luta da genialidade, da coragem e do empreendendorismo contra a mediocridade, a pequenez humana… e contra esse monstro deplorável chamado Estado.

Ambos são atualíssimos.

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Turismo-problema

Janeiro 21, 2008 · 3 Comentários

Este texto foi brilhantemente escrito por Candido Prunes, vice-presidente do Instituto Liberal, sobre o carnaval do ano passado. Mas um ano depois, é inegável constatar que continua atualíssimo, já que os erros se repetem sem constrangimento no Brasil.

Vale a leitura porque o turismo – e percebo isso a cada dia – é a porta dourada de entrada para o desenvolvimento.

TURISMO-PROBLEMA 

Os festejos carnavalescos representam uma boa oportunidade para se avaliar o turismo estrangeiro no Brasil. A imagem do País no exterior está quase que indissoluvelmente associada ao futebol e ao carnaval. Assim como os jogadores brasileiros encantam o mundo todo, a grande festa de Momo também exerce um fascínio sobre o estrangeiro. E não é para menos: o colorido das fantasias, o ritmo do samba e a alegria contagiante das multidões durante vários dias é algo sem precedentes no mundo. Nas capitais nordestinas, o carnaval ainda apresenta alguns encantos adicionais, como a espontaneidade dos blocos e alguns ritmos musicais diferentes, como o frevo e o maracatu.

Mas aquilo que aparece nas televisões e na mídia impressa é apenas o lado lúdico do carnaval. Os eternos problemas brasileiros empanaram o brilho que o carnaval mereceria. Por exemplo, quem foi diverte-se em Olinda enfrenta dificuldades que poucos jornais mostram. Primeiro, a cidade fica tomada por um número de foliões muito maior do que ela comporta. Olinda, declarada capital cultural do Brasil e contando com um notável conjunto arquitetônico, não possui locais adequados para o estacionamento de veículos. Os foliões têm que abandonar seus carros em terrenos baldios e caminhar até o centro histórico. No trajeto, esgoto a céu aberto e risco de assalto (as pessoas são instruídas a não andar com relógios, câmaras fotográficas, documentos ou qualquer objeto de valor). Centenas de ambulantes vendem alimentos em condições precárias de higiene. Pouca ou nenhuma lata de lixo. Nenhum banheiro público. Isso para não mencionar os vômitos espalhados pelas ruas em razão dos excessos alcoólicos. Essa perversa combinação, durante uma festa que se prolonga por vários dias quase ininterruptamente, produz um caos sanitário.

Quem tolera participar de uma festa, por mais atrativos que ela possa apresentar, se as condições são essas? Um olhar atento sobre os turistas estrangeiros que foram para o carnaval de Olinda (em 2007, grifo meu) responde à questão. Eles podem ser divididos em três grupos. O primeiro, mais expressivo numericamente, contava com jovens cujo interesse não era a alegria de participar dos festejos momescos. Estavam simplesmente atrás de drogas baratas a serem desfrutadas num ambiente de promiscuidade. O segundo, composto por homens mais velhos, eram igualmente desinteressado pelo carnaval em si. Vieram para o Brasil por causa das prostitutas baratas. O terceiro, minoritário, era o grupo dos estrangeiros que vieram atrás do estereótipo de carnaval brasileiro: alegria, folclore, paisagens tropicais exuberantes.

Os membros do primeiro e segundo grupos certamente retornarão ao País e recomendarão a viagem para amigos e conhecidos. Encontraram o que buscavam: drogas, sexo fácil e prostitutas baratas. Os do terceiro grupo dificilmente repetirão a experiência e muito menos irão aconselhar que alguém venha ao Brasil nessa época do ano.

O Brasil, assim, vem perdendo charme como destino turístico. Suas decantadas virtudes vão se esmaecendo aos olhos do estrangeiro, pois o País tem que competir hoje com destinos no Caribe, Oriente Médio e Pacífico. Que também oferecem praias, paisagens exuberantes, clima quente, comidas exóticas, povos hospitaleiros e artesanatos curiosos.

A realidade nesse sentido é dura. Do ponto de vista turístico, o Brasil é cada vez mais um mero entreposto de drogas e prostituição. Se nada for feito no curto prazo – em relação à segurança – e no longo prazo – em relação à educação -, o turismo se tornará uma crescente fonte de problemas e não de receitas para os brasileiros.

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A hora da bonança

Dezembro 23, 2007 · 3 Comentários

(Este artigo é de minha autoria, e foi publicado no jornal “A Tribuna“ de hoje) 

Os moradores da Baixada Santista e Vale do Ribeira não vivem um momento qualquer. Trata-se de uma chance histórica. A expressão pode ser um pouco surrada, mas nem por isso não é verdadeira. Basta verificar que as vocações da região são turísticas e portuárias. E ambas estão interligadas.A coluna Radar, de Veja, publicou nesta semana que os 5 milhões de turistas que visitaram o Brasil em 2007 deixaram no País US$ 5 bilhões em divisas. Qual é nosso quinhão nessa bolada? Cabe às autoridades e ao empresariado da região agirem para que a pergunta não seja retórica, mas sim o pontapé inicial nos debates e ações para que o desenvolvimento venha a reboque desses números bilionários.

Principalmente se lembrarmos que a estrutura do Porto que recebe, a cada temporada, mais e mais cruzeiros marítimos, deve ser incrementada. Deverão ser R$ 7,5 bilhões até 2011 em investimentos do Governo Federal. Só neste ano, a economia local terá R$ 60 milhões injetados por turistas (ou levados) pelos transatlânticos. Se pensarmos que 524 mil pessoas embarcam e desembarcam anualmente pelo Terminal Marítimo de Passageiros do Concais, Giusfredo Santini, não é difícil imaginar o quanto podemos evoluir em outros setores relacionados ao turismo e deixar para trás definitivamente a pecha de região a serviço simplesmente do veraneio.

Não se tratam de vantagens apenas econômicas. Mais turistas representam mais vendas para o comércio, empregos, desenvolvimento. Mas não apenas isso. O crescimento que bate à nossa porta demandará investimentos de infra-estrutura. Na limpeza urbana, na reforma de calçadas, na segurança etc. Algo que todo cidadão da Baixada Santista poderá ganhar como bônus, além da mera questão da economia.

Há muito mais por fazer. Tanto que não caberia de forma alguma neste espaço. O turismo pode e deve ser a força motora para o crescimento da nossa região.

A receita é criatividade e trabalho. Mãos à obra.

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