Sidney Vida

Entradas do Agosto 2007

Dica

Agosto 29, 2007 · 8 Comentários

Se existe algo a ser combatido no mundo é a mentalidade revolucionária. Até porque está cada vez mais presente e não faltam aqueles que desejam remodelar o mundo à própria imagem e semelhança. O pensamento conservador vai na direção oposta. A liberdade do homem é processo de séculos, que vem de conhecimentos anteriores. Um bom exemplo é a Inglaterra, onde sequer existe uma constituição escrita, uma vez que a  grande maioria das leis derivam de jurisprudências criadas ao decorrer do tempo e tradições de costumes.

Já que livros com o pensamento conservador não chegam ao Brasil, uma boa alternativa é o Conservative Book Club. Várias obras por apenas US$ 1 para download. Vale a pena.

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Tá faltando

Agosto 29, 2007 · 4 Comentários

Pegaram os 40 ladrões. Mas cadê o Ali Babá?

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A força do Indivíduo

Agosto 20, 2007 · 4 Comentários

Categorias: Política

Irrefutável

Agosto 18, 2007 · 2 Comentários

Em matéria no Jornal Nacional, o presidente molusco visitou os atletas que disputam o Parapan-americano e disse que também é deficiente físico.

Isso ninguém pode contestar. Paralisia cerebral é um problema sério.

Categorias: Política

O JOVEM, FUTURO DA POLÍTICA

Agosto 16, 2007 · 2 Comentários

(Este artigo foi escrito por mim, e publicado no jornal “A Tribuna“ de hoje)

É uma redundância dizer que o futuro da política são os jovens. Pois a política não vive do passado, mas do presente e do futuro. Do presente porque o que se fez no passado retorna sob a forma de ilustração do que é possível fazer no presente; do futuro porque é pela crença no que é prometido no presente que se cria a impressão de que o futuro será assim ou assado.

É preciso muita habilidade retórica e midiática para entusiasmar os que serão protagonistas do que será feito no futuro. E estes são justamente os jovens de hoje.  Porque, como todos os homens, os políticos de hoje morrem e dão lugar aos de amanhã, justamente os jovens de hoje. 

Se é inevitável a sucessão dos políticos de hoje pelos jovens de hoje, que serão os políticos de amanhã, não é inevitável que os políticos de amanhã repitam os erros dos atuais. Não é inevitável que os jovens de hoje se tornem insensíveis ao povo que, um dia, dirão representar – e dirão coisa certa, pois é do povo que sairão.

E se algum jovem perguntar sobre o que há de comum entre o povo que o elegerá e lhe dará cargo público e todos os povos do mundo e de todas as épocas, certamente descobrirá que é a crença em Deus. Descobrirá que nem todos os povos possuem uma doutrina a respeito de se o Deus no qual crêem tem alguma expectativa específica e claramente definida a respeito de como deve ser a relação dos homens com Ele; mas este não é um problema que exista entre nós, brasileiros. Todos os brasileiros, independentemente de sua confissão religiosa, crêem que Deus existe e que Ele espera alguma coisa de cada indivíduo e grupo de indivíduos.

Um jovem, hoje, que se torne político amanhã, caso queira estar fora do espírito autoritário que tem caracterizado se não todos, pelo menos a maioria dos políticos atuais, terá de afirmar, com suas ações e incluir em suas promessas a fé da maioria do povo brasileiro – a fé em que Deus existe e espera dele, como de todo mundo, que façam o que a Ele é agradável.

Tornando-se de fato representante do povo, deverá lutar com todas as suas forças para que a fé do povo seja respeitada. E esta fé baseia-se diretamente na crença em Deus e tudo que a Ele se refere e define os deveres de cada homem para com Ele. Portanto, ele não poderá ser a favor de princípios e doutrinas que neguem Deus e a relação do homem com Deus; não poderá subscrever os diversos tipos de ateísmos que estão presentes e vivos sempre quando se apóia lei contra a vida, contra a família, contra aquilo que se identifica com as necessidades reais da criança, contra a leniência com as ações criminosas de qualquer espécie, contra a distribuição injusta tanto das riquezas quanto do gozo dos direitos dos cidadãos pobres e que não podem se defender; e contra tudo o mais que seja a afirmação direta de que Deus existe e com Ele temos deveres imprescritíveis.

Paul Johnson, historiador, referindo-se a Napoleão Bonaparte, escreve que: “Por causa dele (Napoleão Bonaparte) podemos refutar a crença dos deterministas de que os acontecimentos são governados por forças, classes, economia e geografia, e não pelas vontades poderosas de homens e mulheres”. Não é necessário que algum jovem de hoje seja um Bonaparte, – é necessário, sim, que cada jovem acredite no poder do individuo acima de toda a coletividade; e que seja fiel ao povo que o elegeu e afirme, em conseqüência, o que afirma a fé da maioria do povo brasileiro: a fé de que Deus existe e todos têm compromissos com Ele e, por isso, não se desculpa qualquer ato de injustiça contra o próximo.   

Categorias: Política

Lembrando Roberto Campos

Agosto 12, 2007 · 4 Comentários

É puro jornalismo pirotécnico, mas a Folha de S.Paulo publicou hoje pesquisa de intenção de voto para a Prefeitura paulistana. Você pode ver os números aqui.

Falta mais de um ano para o pleito. Traduzindo: a enquete do Datafolha serve para muito pouco. É o típico caso que pede o aforismo do imortal Roberto Campos: “estatística é como biquíni em mulher bonita. Mostra tudo, menos o mais importante”.

Categorias: Política

Já foi tarde

Agosto 12, 2007 · Deixe um comentário

Impressionante como, três anos depois, a morte de um terrorista e assassino ainda comove a nossa imprensa esquerdista. Mesmo que seja tudo mera suposição de um único homem. Mas quem se importa? Leia aqui.

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Dando início aos debates

Agosto 12, 2007 · 3 Comentários

Estará em curso a proposição de uma mudança constitucional para que o atual presidente possa disputar um terceiro mandato consecutivo?

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Ainda os cubanos

Agosto 10, 2007 · Deixe um comentário

Ninguém ouviu entrevista dos boxeadores cubanos (porque a Polícia Federal de Lula não permitiu que eles falassem com a imprensa). Foram deportados. Como não são integrantes das FARC e nem foram responsáveis pela morte ou seqüestro de ninguém, não apareceu alma viva da esquerda nacional para interceder em favor deles.

Pelo contrário, o governo federal não via a hora de se livrar do problema e atender ao facínora moribundo. Fidel não morreu porque o Diabo já avisou que não aceita tamanho concorrente de maldades.

Vale a pena ler o que Marcelo Coelho escreveu sobre o assunto. É só clicar aqui.

Categorias: Política

Tecnicamente morto

Agosto 8, 2007 · 3 Comentários

Pouco antes de “morrer fisicamente”, Paulo Francis cunhou uma de suas mais memoráveis frases ao dizer que estava “tecnicamente morto”. Muitos não entenderam a ironia, afinal, brasileiro só entende piada que tenha português, sacanagem ou sogra.

Do alto de Nova York, observando o Brasil, Francis se sentia enojado do que lia e via. Da conversa fiada, da esquerda xexelenta que então já estava pronta a aparelhar o Estado. Da falta de inteligência. Do bullshit… expressão inglesa que melhor exprime o discurso político abaixo do Equador.

Não consigo deixar de me sentir como Francis. Tecnicamente morto. 

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