Sidney Vida

Sobre o rabiscador deste blog

Meu nome é Sidney Vida e sou um advogado e professor universitário santista. Nasci em 8 de dezembro de 1977.

Vamos a algumas verdades: eu juro que tenho senso de humor, gosto de livros e mais de cinema do que de teatro. Gosto do bom e velho Rock’n’ Roll, musculação e noticiário político. Descobri e, diga-se de passagem, sozinho, uma inesperada capacidade de imaginação provocada pela literatura. Foi um alívio saber que livro não precisa ser chato. Na verdade, até a alguns anos (e que isso fique entre nós), não lia um único livro.

Que fique claro: meu programa cultural preferido é jantar fora. Sim, meu caro, jantar é um programa cultural, desde que você não coma apenas pizzas e hambúrgueres. Os “pratos”, através dos seus aromas, cores e formas, nos levam a distantes lugares.

Quanto à escola eu nunca fui bom aluno. Pelo contrário: precisei até, da sétima para a oitava série do antigo primeiro grau, mudar de escola para não repetir o ano. O resto, passei raspando (e colando, é claro!).

Sempre fui um bom amigo. Bem, pelo menos tento me esforçar para ser. No mais, prefiro contemplar a beleza do mar e das praias a me desgastar discutindo a relevância de um entediante tratado acadêmico. E digo mais: sou um sonhador. Minha mente é completamente dominada por aventuras, cavaleiros, princesas, castelos e dragões.

Pois bem: a palavra liberal persegue minha vida. Não por acaso escolhi uma das carreiras que no Brasil recebem a pecha de “profissional liberal”. Formei-me em Direito em 2002 na cidade onde nasci, cresci e finquei raízes: Santos.   Foi na faculdade que abri os olhos para o engajamento político. Esta é uma assertiva perigosa por aqui. Significa, quase sempre, alguém moldado a defender a intervenção do Estado na economia, com discursos em defesa da justiça social e, parado no tempo, empunhando idéias identificadas com foices e martelos. De minha parte, preferi o caminho da liberdade (e lá vai palavra da mesma raiz do “liberal”). Procurei não me deixar contaminar pelos pensamentos prontos distribuídos nas instituições de ensino superior, o que não significa ter estado livre de influências. Caminhei a vida de mãos dadas a von Mises, Hayek, Friedman, Locke, Santo Agostinho, Santo Tomas de Aquino, Aristóteles e  Platão. Alguns dos meus colegas “de carne e osso” estranhavam, mas as minhas companhias intelectuais eram melhores que as deles. 

O engajamento político aconteceu por vias tortuosas, com a possibilidade que apareceu de desenvolver um trabalho de criação da ala jovem de um partido político na Baixada Santista. Pela confiança depositada em mim pelo vice-prefeito de Santos, Antonio Carlos Silva Gonçalves, conseguimos em poucas semanas reunir um núcleo composto por jovens advogados, empresários, jornalistas e profissionais liberais para iniciar o projeto. Este está em andamento e tenho fé inabalável que renderá frutos muito em breve, por intermédio de projetos desenvolvidos tanto por mim, quanto por toda a minha valorosa equipe de amigos. Anseio por uma ambiciosa meta de filiações completada por um belo plano de capacitação e fidelização de lideranças.  

Voltando ao que interessa: após um período de trabalho junto a Fazenda Nacional, que significava convivência diária com impostos diretos, cuja capacidade ativa tributária – a titularidade da cobrança – pertence a União, pude compreender como os impostos massacram o setor produtivo nacional. Nunca as premissas da Escola Austríaca me pareceram tão verdadeiras.  

Atualmente, ocupo o cargo de Delegado Regional de Turismo para a Baixada Santista, Litoral Sul e Vale do Ribeira. O cargo é ligado ao Governo do Estado de São Paulo, mais precisamente a Secretaria Estadual de Esporte, Lazer e Turismo. É um desafio considerável colocar para funcionar a máquina de um setor chave para o desenvolvimento de 23 cidades. O projeto está apenas começando, mas trabalho com a certeza de que os frutos não demorarão em aparecer.

No trato pessoal sou expansivo e comunicativo. É da minha natureza, pois a timidez não combina com quem sonha aqueles sonhos que se tem certeza que podem virar realidade. Nos últimos anos tenho tentado ser mais tolerante. Não é fácil dar ouvidos a quem lhe assegura que é noite em pleno meio-dia. Espero que entendam a metáfora. Qualquer um que está no lado certo da política brasileira sabe muito bem do que falo. Tal qual Santo Agostinho (mas sem a mesma virtude), há que se ter paciência para, com cara alegre, suportar os tolos. 

Acima disso tudo, o fato que me orgulho é a base montada com jovens interessados nos rumos políticos, e dispostos a interferir no cenário eleitoral em prol das liberdades individuais, livre mercado e todas as demais bandeiras tão caras às pessoas de bem. A busca incessante é por novos quadros, não apenas para agregar estatísticas, mas sim valores humanos, pessoas dispostas a participar, visando até mesmo as eleições marcadas para 2008, quando candidatos poderão ser lançados.  

Agora que fui picado pelo mosquito da política, quero influir e ajudar a fazer do Brasil – começando pela minha cidade – um País com mais respeito às liberdades individuais, propriedade e livre mercado.

E o mais importante de tudo, tento me divertir e ser o que sou, com a benção de Deus. Apenas isso. Nada mais.

9 Comentários

9 respostas Até agora ↓

  • Rafael // Abril 4, 2007 às 5:15 pm | Responder

    Essa sua apresentação ficou muito show!!! Parabéns!!! Quanto ao restante do blog, já emiti minha opinião no post “capim com limão” ou “pinga com limão ” sei lá o nome desse post. Parabéns!! Abcss!!

    Obsnº 1 Acho que vc deveria “postar” algo sobre o nosso amigo Fernando !!!

  • Dani // Abril 7, 2007 às 5:46 pm | Responder

    Esqueceu de dizer que é um namorado sensacional também….
    Te amo!

  • Villa // Junho 10, 2007 às 7:19 pm | Responder

    reitero os recados supra.
    parabéns e sucesso!

  • Daniel Polcaro // Julho 1, 2007 às 10:45 pm | Responder

    Olá. Sou Daniel Polcaro, 19, jornalista do interior de Minas Gerais. Desde os 15 anos acompanho todos os passos de Diogo Mainardi. Tenho um coluna num jornal local, com as características da do Diogo. Meu maior sonho é que ele leia meus textos, quem sabe seja o que o Ivan Lessa foi pra ele. Li a excelente entrevista publicada neste blog. Você seria capaz de me informar o endereço do Mainardi para enviar cópia dos meus textos para ele?

    Muitíssimo grato,
    Daniel Polcaro
    danielpolcaro@oi.com.br

  • Josino Moraes // Novembro 7, 2007 às 11:13 pm | Responder

    Bastante interessante, considerando-se sua idade. Vc ja ouviu uma frase como “nao existe inteligencia viva abaixo da Linha do Equador”.
    Veja meus trabalhos na web e me de retorno, por favor.
    Prazer, Josino

  • Luís Guilherme // Agosto 31, 2008 às 12:03 am | Responder

    Sairá candidato em Santos neste ano? Apóia alguém?

  • Felipe Mattos // Outubro 5, 2008 às 5:13 pm | Responder

    A MARINA NO LUGAR CERTO…

    A proposta de instalação de uma marina em Santos chegará com o atraso de três décadas em relação a esse potencial turístico capaz de gerar tributos, renda e empregos. Trata-se de uma evolução que marcará a presente gestão municipal, atendendo a uma vocação óbvia da cidade.

    Mas porque ocultá-la no Valongo, nos bastidores da cidade, local em que se instalou o porto há mais de um século ?

    Não há dúvidas de que o centro histórico de Santos, hoje relegado à condição de ‘periferia’, de há muito requer medidas revitalizadoras, mas há estratégias de utilização que lá muito melhor se instalariam, atendendo inclusive às necessidades regionais que, lamentavelmente, não foram devidamente consideradas pelo planejamento da cidade…

    O nome “Valongo” advém da aglutinação da expressão: “va al lungo del mare”, já que tais terras pertenciam aos irmãos Adorno, de origem italiana, fazendo referência a uma estreita faixa de território confinado pela montanha e o mar… Essa expressão explica porque o crescimento da cidade de Santos teve que optar pela ocupação de seu território plano, mais próximo (Vila Nova), dando preferência por estender-se às lindes da praia, onde a população se concentrou, já que o clima e paisagem são mais convidativos.

    Isso explica porque o centro de Santos, em distinção às tipologias urbano-portuárias convencionais, seja atípico. A tendência de expansão da cidade transformou-o em “periferia” uma vez que sua população – seu principal agente revitalizante – deslocou-se para o Sul da ilha, permanecendo distanciada em cerca de 6 km do Valongo, privando-o portanto de uma “freguesia”, em potencial, que lhe exercesse pressão na demanda de seu território, fato que torna o desafio de sua revitalização digno de uma reflexão mais cuidadosa…

    Inspirar-se no modelo ‘Puerto Madero’ traduz uma visão um tanto equivocada de seus proponentes e defensores, até porque, lá os condicionantes urbano-geográficos são outros…

    A largura do Rio da Prata, fronteiriço ao ‘Puerto Madero’, é tal, a ponto de não se enxergar a margem oposta, obviamente franqueando espaço e lazeira à navegação recreativa. Além do mais, o adensamento populacional de Buenos Aires, previamente existente ao redor de Puerto Madeiro, não deixa dúvidas no que diz respeito ao êxito e singeleza que foi a revitalização desse trecho territorial da capital argentina – realidade muito distinta do caso santista…

    Ora, se revitalizar é ‘dar vida nova’, em se tratando de cidades, está implícita a dinâmica cotidiana e, convenhamos: não será com uma marina – de uso predominante aos fins-de-semana – que se atribuirá, ao Valongo alguma revitalização erradicadora de sua patologia.

    Não é todo dia que se tem ‘tempo livre’ para se passear de barco…, além do mais, imagine-se quão desolador seria o cenário de se encontrar o centro de Santos, deserto e inativo – com o comércio fechado aos fins de semana – para nele se freqüentar uma marina, enquanto expressiva parcela de sua população estaria polarizada pelo magnetismo das praias…

    Além do mais, equivocada estratégia traria sua repercussão desinteressante para o comércio praiano, já que parte da clientela turística estaria dividida entre os dois pólos criados.

    Não nos esqueçamos de que uma marina, se situada no Valongo, estaria, em muito, distanciada do mar aberto, implicando, ademais, numa sobrecarga ao trânsito do estuário, atualmente comprometido com manobras de atracação que envolvem complexas operações entre rebocadores e navios, praticadas em local geograficamente confinado. O fato viria a gerar desnecessários conflitos com embarcações de recreio, que no estuário estariam trafegando. Acresça-se a isso a agravante que será representada pela inevitável ocupação portuária da margem esquerda do estuário, além de uma tendência de crescimento do porte dos navios…

    A principal virtude de Santos, em relação às demais cidades que ofertam vagas em marinas, é sua proximidade e acessibilidade à região Sudeste da nação – segundo ou talvez terceiro maior aglomerado demográfico do planeta e maior concentração de renda do país – o grande pólo emissor de turismo…

    Por outro lado, é preciso reconhecer que a região encontra-se com os atrativos naturais um tanto combalidos, comparativamente àqueles ofertados pelos demais trechos do litoral paulista, fazendo com que o usuário de uma marina, para cá venha, unicamente, em busca de seu barco para, posteriormente, daqui partir em direção a paragens esteticamente mais interessantes, já que o litoral próximo oferece com superioridade.

    Se tomarmos o exemplo de um veleiro que venha a sair do Valongo, em sua marcha de navegação reduzida (mesmo que navegando com seu motor auxiliar), consumiríamos em torno de duas horas até que tenhamos atingido mar aberto, período que, adicionado tempo de viagem rodoviária (do planalto para Santos), certamente estaria levando esse usuário a repensar noutras alternativas de lazer semanal, mais sugestivas, como por exemplo: Bertioga, Ilhabela ou Ubatuba, que ofertam atrativos naturais indiscutivelmente superiores e ainda dentro de um período de tempo equivalente aos deslocamentos considerados para Santos.

    Tal realidade, obviamente, neutralizaria a virtude da proximidade e acessibilidade rodoviária ao planalto, da qual a cidade se beneficia…

    Num num fim-de-semana, em que se dispõe de um período de 16 horas úteis (de sol), os deslocamentos de ida e volta, planalto para o Valongo e Valongo para o ‘mar’ estariam consumindo 25% das 16 horas úteis, circunstância que começa a pesar desvantajosamente para o usuário.

    Depreende-se, pois, que do ponto de vista locacional, a proposição de um porto de recreio, no centro histórico de Santos, viria a ser inadequada aos interesses – além de turísticos e portuários – dos navegantes, de vez que a região oferece marinas, já instaladas, em localizações mais estratégicas. Tal fato relegaria ao Valongo a probabilidade de uma clientela predominantemente constituída por residentes santistas, afastando-se pois do propósito ‘turístico’ ou seja – captar receita externa – o que, sem dúvidas, deveria ser o intuito maior da obra…

    Frente às dificuldades de acesso à barra vicentina, a expedição marítima de Afonso de Souza aportou na Praia do Góes, local escolhido (em detrimento da Ponta da Praia), não por outra razão, senão propiciar recursos de ‘aguada’ – primordial ao abastecimento dos navios – condição proporcionada pela presença das montanhas que a envolvem.

    Em seguida, o porto do Góes foi transferido para a parte montante do estuário santista, instalando-se nos Outeirinhos e posteriormente Valongo, locais que além de propiciarem os mesmos recursos de ‘aguada’, ofereciam melhor proteção contra o ataque de piratas.

    Mas hoje, sem piratas nem corsários, não há porque ocultar-se uma marina, impondo às embarcações dela usuárias, a percorrerem, desnecessariamente, o estuário santista para, muito depois, atingirem o mar e orla da praia – cenários de indiscutível superioridade paisagística…

    Tal qual o Góes, a Ponta da Praia é abrigo portuário natural dispensando a instalação de obras mais significativas, a fim de que a atribuam o papel de ‘fundeadouro’.

    A vocação de ‘abrigo natural’ é evidenciada pela presença de inúmeras embarcações que dela fazem uso, como fundeadouro (em que pese a atual escassez de instalações de apoio à navegação).

    A Marina da Ponta da Praia foi planejada há três décadas, com técnicas ambientais preventivas que lhe atribuíram reconhecido valor no meio científico-acadêmico. A proposta recebeu a adesão entusiástica dos prefeitos Carlos Caldeira, Gilberto Adrien – então secretário municipal de turismo – e do saudoso Aníbal Martins Clemente – fundador e presidente da PRODESAN – arquiteto a quem muito devemos pela contribuição ao desenvolvimento da cidade, além das obras de inquestionável qualidade, realizadas sob sua gestão.

    Num intento inglório, o projeto da Marina da Ponta da Praia fora objeto de diversas contrafações praticadas por entidades privadas – e até mesmo pela própria administração municipal – mas, graças à valiosa recomendação de “registro de propriedade intelectual”, sugerida pelo arquiteto Martins Clemente, ficaram assegurados os direitos autorais de seu proponente: arquiteto José Carlos Lodovici.

    Ao término dos anos 70 – época em que foi projetada a “Marina Santos” – o então secretário de turismo do município – Gilberto Adrien – chegara a idealizar a formação de uma sociedade de economia mista – a “SANTOS-TUR” – visando implantar e administrar, dentre outras obras turísticas, a marina da Ponta da Praia. Tratava-se de uma antecipação à, hodiernamente, tão falada “parceria público-privada”, idéia que poderia ser retomada, em face da regulamentação da lei que institui essa natureza de participação societária. Digno de nota é considerar que, na atualidade, contamos com amplas possibilidades de recursos financeiros representados pelos fundos de pensão, BNDES, EMBRATUR, além de investidores internacionais que, mais recentemente, passaram a ter seus olhos voltados para empreendimentos turísticos no Brasil.

    Não é de hoje que bom trecho da Avenida Saldanha da Gama, é solapado por ressacas, fenômenos motivados por coincidências astronômico-atmosféricas, agravados ainda pelos recentes efeitos do “aquecimento global”.

    Uma marina, na Ponta da Praia, forçosamente terá que levar em consideração esses aspectos, o que, sem sombra de dúvidas, representará uma proteção costeira adicional – medida indispensável e premente – caso a administração municipal voltar seus olhos para esse projeto.

    Recentes administrações pelas quais a cidade passou, também equivocadamente, consentiram e promoveram a
    construção de obras – ditas turísticas – como píeres, bares e quiosques que – sem a devida aquilatação do significado turístico da Ponta da Praia – quase que comprometem inocuamente sua vocação maior, tendo-se em vista a implantação de um ‘porto de recreio’…

    Nenhum forasteiro do planalto se daria ao incômodo de se deslocar quase 100 km para freqüentar um ‘bar’, mesmo que à beira-mar, ou tampouco ‘pescar’…, além do mais, estamos nos referindo a obras pontuais, frutos de uma visão raquítica, que pouco, ou em nada, acrescentaram receitas, tributos ou empregos significativos ao município !

    Desprovidas de qualquer valoração estética da região, criou-se uma “colcha de retalhos” – sem a menor unidade programática e arquitetônica – além do que passaram a dificultar, sobremaneira, a fruição visual do estuário…

    Um tanto acanhadas, tais obras estão longe de emancipar turisticamente Santos, pelo menos competitivamente às alternativas ofertadas pelas cidades vizinhas – reconheçamos que, com superiores atrativos naturais, dentre eles: balneabilidade e paisagem. Prova disso é que muito santista, regularmente, freqüenta o litoral norte…

    Não se trata de estarmos nos posicionando contra as prazerosas atividades que os píeres, bares e quiosques, da atual Ponta da Praia, proporcionam, mas é imperioso considerar que – dentro de uma visão turisticamente mais abrangente – correspondente programa de atividades foi contemplado com supremacia no projeto da Marina Santos.

    Concluí-se estar imposto o desafio de edificarmos algo que compita – à altura dos atrativos naturais oferecidos pelos municípios concorrentes – a ‘Redenção Turística de Santos’ – uma vez que seu patrimônio, especialmente natural, fora aluído por força do porto, urbanização e industrialização que a contextualizam… Quanto ao Valongo, a administração municipal deveria voltar seus olhos de forma mais detida – já que o grau de complexidade assim requer – de sorte a formularem-se programas urbanos efetivamente eficázes, frente à necessidade de sua revitalização…

    José Carlos Lodovici é arquiteto, professor e autor do projeto da “Marina Santos”. Mestre e doutor em Estruturas Ambientais Urbanas pela USP, desenvolveu sua tese de doutoramento baseada no projeto da Ponta da Praia.

  • SRodrigo // Outubro 14, 2008 às 10:40 pm | Responder

    Oii, tudo bem ?

    Gostaria de uma parceria de seu site com o meu !
    http://blogdosidney.wordpress.com/

    Caso queira aqui está o meu e-mail: s.rodrigo_10@hotmail.com

    Meus parabéns pelo blog, como eu digo: Está “ROX”

  • Suca // Maio 19, 2009 às 1:55 pm | Responder

    ameiiiiiii….
    quer dizer que foi picado e agora é política na veia?….kkk…Só vc Sid!…que DEUS abençõe sempre sua Vida….muitas realizações e conquistas…bjus

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